Cirurgia reparadora de câncer de pele.

O câncer de pele não melanoma é o tipo de câncer mais incidente no mundo, tanto em homens quanto em mulheres, e as chances de cura para esse tipo de tumor são bastante altas se for tratado corretamente. O tratamento mais comum é a remoção cirurgia do tumor, que também pode ser combinada com radioterapia e quimioterapia.

O cirurgião plástico é um dos profissionais habilitados para fazer esse procedimento. Nos casos de lesão de pele isolada, onde o câncer não está próximo de linfonodos ou outras estruturas importantes, o cirurgião plástico pode realizar tanto a remoção do tumor quanto a reconstrução do tecido. Em casos mais complexos, ele pode trabalhar em conjunto com o cirurgião oncológico.

Além de preservar a saúde do paciente, o cirurgião plástico se preocupa em conservar a aparência da pele no local operado, evitando cicatrizes profundas e desfiguração.

Pré-operatório da cirurgia plástica para câncer de pele.

Na consulta de avaliação, o cirurgião plástico irá explicar o funcionamento da cirurgia, as técnicas disponíveis e indicadas para cada caso e também irá conversar sobre os resultados estéticos esperados com a reparação.

Ele poderá solicitar exames para garantir que o paciente está em boas condições de saúde para realizar a cirurgia e também passará instruções sobre o pré-operatório, como tempo de jejum e interrupção do uso de certos medicamentos.

Como é feita a cirurgia de remoção e restauração das lesões de pele?

As técnicas utilizadas para remoção do tumor e reconstrução da pele irão depender do tipo e da extensão do tumor. A cirurgia para câncer de pele segue os seguintes passos:

  • Anestesia – a anestesia é local e pode incluir sedação controlada para maior conforto do paciente.
  • Remoção do tumor – para remover o tumor o cirurgião plástico pode utilizar as técnicas de excisão ou cirurgia de Mohs.

A excisão é realizada em lesões pequenas, já pré-estabelecendo uma margem de segurança (pele saudável) para remoção do tumor.

Quando a extensão do tumor sob a pele é desconhecida ou ele está localizado em uma área delicada (rosto, pescoço, orelhas e dedos), o cirurgião plástico pode utilizar a técnica Mohs para retirar finas camadas de pele, que vão sendo analisadas imediatamente pelo patologista, até que as células cancerígenas sejam completamente removidas.

  • Reconstrução da pele – o cirurgião plástico pode utilizar a técnica de retalho quando o tecido vizinho ao tumor não tiver sido muito comprometido, reposicionando o tecido saudável para reparar a área operada. Em alguns casos mais complexos, pode ser necessário realizar um enxerto com a pele saudável de outra região do corpo.

Pós-operatório da cirurgia reparadora de câncer de pele. 

Nos primeiros dias após a cirurgia reparadora de câncer de pele, é comum ocorrer um pouco de dor, vermelhidão e acúmulo de líquidos no local operado. Em poucos dias os sintomas somem e o paciente já pode retomar a rotina normal de trabalho e atividades domésticas. Nesse período também é importante evitar expor a região ao sol.

Resultados da cirurgia reparadora para câncer de pele. 

Assim como qualquer cirurgia, a remoção do câncer de pele irá resultar em uma cicatriz proporcional à intervenção realizada, mas o cirurgião plástico utilizará o conhecimento e as técnicas adequadas para melhorar os resultados e deixar a pele o mais próximo possível de seu aspecto natural. Casos mais complexos podem exigir mais de um procedimento para chegar ao resultado ideal.

A cicatrização completa pode levar até um ano, e o resultado definitivo da cirurgia reparadora será observado após esse período. Além do aspecto estético, o mais importante é que o tumor seja completamente removido e a saúde do paciente seja preservada.

Os cuidados com a pele são fundamentais para evitar a recidiva (retorno da doença) e manter os bons resultados da cirurgia reparadora. É preciso evitar a exposição excessiva ao sol, utilizar protetor solar sempre que estiver em ambientes externos e realizar regularmente o exame de rastreamento e o autoexame (observação de manchas suspeitas).

O cirurgião plástico é um dos profissionais indicados para realizar o procedimento, podendo ou não ser auxiliado por um cirurgião oncologista, mas deve ser um profissional experiente e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

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